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O que comemorar nos 91 anos da Conquista do Voto Feminino?

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  Nesta sexta, 24 de fevereiro, o Brasil celebra os 91 anos da instituição do voto feminino no País, através do decreto 21.076, assinado pelo então presidente Getúlio Vargas. Também em 1932 foi instituído o Código Eleitoral e criada a Justiça Eleitoral. Antes disso elas não tinham o direito de votar para escolher seus representantes na política, com apenas uma exceção: Celina Guimarães Vianna. Conforme registros históricos, em 25 de novembro de 1927, o nome dela foi incluído na lista dos eleitores do Rio Grande do Norte, graças à Lei 660/1927, que estabeleceu que, no estado potiguar, não haveria distinção do sexo para exercício do voto. Assim, aos 29 anos, ela se tornou a primeira eleitora brasileira e da América Latina. — Votar e ser votadas é uma questão de cidadania e que bom que o Brasil foi um dos primeiros países do mundo a universalizar o voto feminino. Hoje, nós mulheres somos a maioria do eleitorado brasileiro, mas a representação política segue pequena. As portas só nos...

A auxiliar de limpeza virou empresária e ativista social

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  . Todo tipo de trabalho traz dignidade. A frase resume o pensamento da empresária e ativista social Elisia Maria Lucca Amorim, mais conhecida como Elisia Lucca, que fez do aprendizado e desenvolvimento pessoal uma fórmula de vida. Em seu último emprego formal trabalhou por 14 anos. Começou por um dos cargos menos cobiçados: auxiliar de serviços gerais. Tinha como principais atividades a limpeza das dependências da empresa e servir cafezinho nos diversos setores. Aos poucos foi aprendendo novas funções e assumindo tarefas mais desafiadoras, até ocupar o cargo de gerente comercial, comandando uma equipe numerosa e eficiente na venda de serviços para empresas do setor varejista. Tão logo saiu do antigo emprego, ela voltou a estudar, buscando formação na área da beleza, como cabeleireira. Assim que se formou, abriu o salão Elisia Lucca Beleza da Mulher, hoje a caminho do quinto ano de atividades. Motivação para virar empresária não faltou. Além do desejo de ser dona do próprio negó...

Busca de terapias para filho autista virou negócio da vida de Gisele

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  Visitando os expositores do projeto Rua Aberta , junto ao Parcão da 79, coordenado pela Prefeitura no último dia 10, conheci a empreendedora Gisele Endres, apresentando seus produtos à base de óleos essenciais, cuja marca é seu próprio nome. Ela participou do evento junto com outras 13 parceiras do Projeto Entre Ellas , que tem como um de seus objetivos, promover o empreendedorismo entre mulheres de todas as classes sociais. Quando perguntei de onde surgiu a ideia do negócio, ela me contou uma bela história. Gisele é técnica em química, bióloga e fez mestrado em microbiologia. Por 18 anos trabalhou em laboratórios de pesquisas. Deixou o trabalho para cuidar melhor de seu filho, que é autista, e virou terapeuta floral e aromaterapeuta. 一  Minha busca pelas terapias integrativas e complementares aconteceu exatamente pelo meu filho. Além dele, queria ajudar outras crianças e famílias que vivenciam a experiência do espectro autista. Descobri um universo de produtos que traze...

A diarista fez da Kombucha seu próprio negócio

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  De feira em feira, espalhando a energia de trabalhar com algo que precisou de estudo e aprendizado. É assim que vive atualmente a ex-diarista Maribel Curtinaz Dumer, desde que a pandemia da Covid19 a afastou do trabalho. Foi da última patroa que também veio o socorro para os tempos de isolamento social. 一  Foi dela que eu ganhei os scoby, a mistura de leveduras para fazer a Kombucha. Aí, recebi uma visita. Durante a conversa ela me perguntou se eu tinha Kombucha e sugeriu que eu fizesse e vendesse. Como eu amo vender, comecei a estudar, fazer aulas sozinha, em um curso online. Comecei e não parei mais. Amei lidar com a produção dessa bebida que traz tantos benefícios para a saúde das pessoas  一  conta Maribel. Foi com base no apelido pelo qual é conhecida que surgiu a marca Kombucha da Bel , produzido artesanalmente e comercializado nas feiras comunitárias que viraram moda durante a pandemia. No sábado e domingo, 10 e 11, Bel estava feliz como feirante do proje...

Entre Ellas: negócios e trabalho social no Brique do Parcão

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  Da gastronomia às lingeries, sem esquecer do trabalho social que é parte dos objetivos do grupo, as meninas do Projeto Entre Ellas levaram para o Rua Aberta , projeto coordenado pela Prefeitura, exemplos do empenho de suas integrantes na arte de empreender. Dá para dizer que o que elas estão fazendo com sua vida não fica mais apenas entre elas. Elas são desde já as maiores defensoras de um futuro Brique do Parcão .  Além dos estandes de cada uma, no Rua Aberta do último sábado, o grupo montou o seu, onde a coordenadora, Adriane Lima, mostrou o projeto de coleta de tampas plásticas, que vão virar recursos para as ações sociais do grupo, além de reduzir a quantidade do material que polui o meio-ambiente. O Diário D’Aldeia vai contar a partir de hoje algumas histórias destas vencedoras, que ao empreenderem como forma de sobreviver, seguem sendo mães, esposas, mulheres empenhadas com a realização de seus sonhos e ainda encontram tempo para fazer trabalho social. Elas inspiram...

Está nascendo o Brique do Parcão

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  Na tarde escaldante, os raios do sol atravessavam a árvore sustentável feita com materiais recicláveis no centro do Parcão da 79, como uma mensagem de que recomeços são possíveis após mais de dois anos de pandemia. Essa esperança levou vendedores das mais diversas áreas a montarem seus estandes na Rua Angelino Loranzi, ao lado, no sábado e domingo, 10 e 11. Com ou sem gazebos, os expositores formaram no local, ainda que temporariamente, um autêntico “Brique do Parcão”. O nome ainda não foi oficializado, mas já está anotado na caderneta de bolso do prefeito Luiz Zaffalon, que visitou o evento e conversou com os feirantes. O novo espaço de negócios aberto à comunidade, tem potencial para acolher e reforçar as vendas microempreendedores individuais (MEIs) e pode funcionar a cada 15 dias, movimentando um pouco mais da economia no centro da cidade. O Projeto Rua Aberta, coordenado pela Prefeitura, trouxe para o local artesãos, lojistas, empreendedores e empreendedoras dos projeto...

Elas querem empreender e prosperar

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Grupo de Mulheres empreendedoras estará expondo seus produtos e serviços neste sábado (10/12), no Parcão, das 9h às 18h. Sábado para conhecer o Projeto Entre Ellas, no Parcão Iniciativa nascida em abril deste ano, o Projeto Entre Ellas , participa da feira no Parcão neste sábado (10), das 9h às 18h. O projeto coordenado pela voluntária Adriane Lima começou com um encontro de um grupo de oito amigas e hoje reúne mais de 30 mulheres empreendedoras de Gravataí. 一 Queremos que a comunidade visite nosso estande na feira e prestigie o trabalho do Entre Ellas . Teremos 14 mulheres integrantes do projeto expondo seus produtos na linha de artesanato, brechó, embelezamento, serigrafia, lingeries e alimentação  一  convida Adriane. A coordenadora explica que o objetivo do Entre Ellas é trabalhar com mulheres de todas as classes sociais, com o propósito de fortalecer as suas potencialidades, seja como mãe, esposa, filha, amiga, como também no seu empoderamento pessoal e profissional. ...